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    FIM DO TÚNEL

     

    Comecei este blog em fevereiro de 2007.

    Aqui falo sobre:

    >> coisas de Okinawa, terra de meus antepassados;

    >> coisas do meu dia a dia;

    >> coisas da família que é composta de marido, filho, filha casada, meus pais, meus irmãos e suas famílias e demais pessoas com quem convivo ou convivi;

    >> falo de filmes que assisti, americanos, japoneses, coreanos...

    >> falo de doramas de que sou muito fã, japoneses e coreanos...

    >> não consigo viver tudo isso, sem música... 

    >> falo também sobre a internet que eu adoro... 


    Só que deu algum problema aqui... não consegui resolver...

    fui para um novo endereço:   

    http://tiampuru.zip.net/

     

    Tá muito difícil de continuar lá, mas sou perseverante, vou insistir...

     

     

    Visitem o novo endereço... 



     



    Escrito por eu mesma às 10:43:15 PM
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    NÃO É O DINHEIRO, ESTÚPIDO

    Em 08/02/11 (JORNAL FOLHA SP), Nizan Guanaes comentou sobre palestras que fez em formaturas. Muito bom. Veja trechos do que disse aos formandos: 

    "... atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio... 

    ...Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado. 
    É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração. 

    Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro.

    Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência. 

    Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha.

    Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro.

    Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham.

    Porque são incapazes de sonhar.

    Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma... 
    ...Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário.

    Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna. 

    Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. 

    Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos. 

    A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.

    É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio...

    ... Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!). Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. 

    Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.

    Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.

    Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés. 

    Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!". 

    Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa. 

    Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam.

    Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. 

    Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso". 

    Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo. 

    Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se....

    ... Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo?"

     

    Texto completo no atalho da Folha de SP, mas tem que ter acesso próprio:

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me0802201121.htm



    Escrito por eu mesma às 12:41:32 AM
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    sobre Alzheimer

     

    Recebi o texto abaixo, via email por uma amiga, que repasso a todos.  Porque um dia poderão pensar sobre isso. 

    por Arthur Rivin - O Estado de S.Paulo - 03/07/2010  

    Sou médico aposentado e professor de medicina. E tenho Alzheimer. Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.   Hoje, sabendo que tenho a doença, consegui determinar quando ela começou, há 10 anos, quando estava com 76. Eu presidia um programa mensal de palestras sobre ética médica e conhecia a maior parte dos oradores. Mas, de repente, precisei recorrer ao material que já estava preparado para fazer as apresentações. Comecei então a esquecer nomes, mas nunca as fisionomias. Esses lapsos são comuns em pessoas idosas, de modo que não me preocupei.   Nos anos seguintes, submeti-me a uma cirurgia das coronárias e mais tarde tive dois pequenos derrames cerebrais. Meu neurologista atribuiu os meus problemas a esses derrames, mas minha mente continuou a deteriorar.   O golpe final foi há um ano, quando estava recebendo uma menção honrosa no hospital onde trabalhava. Levantei-me para agradecer e não consegui dizer uma palavra sequer.   Minha mulher insistiu para eu consultar um médico.   Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite. Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito.  Fui um dos raros felizardos.    Em dois meses, senti-me muito melhor e hoje quase voltei ao normal. Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.    Hoje sabemos que esse material é o acúmulo de uma proteína chamada beta-amiloide. A hipótese principal para o mecanismo da doença de Alzheimer é que essa proteína se acumula nas células do cérebro, provocando uma degeneração dos neurônios. Hoje, há alguns produtos farmacêuticos para limpar essa proteína das células.   No entanto, as placas de amiloide podem ser detectadas apenas numa autópsia, de modo que são associadas apenas com pessoas que desenvolveram plenamente a doença. Não sabemos se esses são os primeiros indicadores biológicos da doença.

    Mas há muitas coisas que aprendemos. A partir da minha melhora, passei a fazer uma lista de insights que gostaria de compartilhar com outras pessoas que enfrentam problemas de memória: tenha sempre consigo um caderninho de notas e escreva o que deseja lembrar mais tarde.  Quando não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva.    Leia livros.        Faça caminhadas.     Dedique-se ao desenho e à pintura.        Pratique jardinagem.          Faça quebra-cabeças e jogos.     Experimente coisas novas.        Organize o seu dia.               Adote uma dieta saudável, que inclua peixe duas vezes por semana, frutas e legumes e vegetais, ácidos graxos ômega 3.                 Não se afaste dos amigos e da sua família.           É um conselho que aprendi a duras penas. Temendo que as pessoas se apiedassem de mim, procurei manter a minha doença em segredo e isso significou me afastar das pessoas que eu amava.  Mas agora me sinto gratificado ao ver como as pessoas são tolerantes e como desejam ajudar.      A doença afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos e quase a metade dos que têm mais de 85.          A previsão é de que o número de pessoas com Alzheimer nos EUA dobre até 2030.    Sei que, como qualquer outro ser humano, um dia vou morrer.           Assim, certifiquei-me dos documentos que necessitava examinar e assinar enquanto ainda estou capaz e desperto, coisas como deixar recomendações por escrito ou uma ordem para desligar os aparelhos quando não houver chance de recuperação.   Procurei assegurar que aqueles que amo saibam dos meus desejos.           Quando não souber mais quem sou, não reconhecer mais as pessoas ou estiver incapacitado, sem nenhuma chance de melhora, quero apenas consolo e cuidados paliativos.  

    ARTHUR RIVIN FOI CLÍNICO-GERAL E É PROFESSOR EMÉRITO DA UNIVERSIDADE DA CALIFÓRNIA 

    atalho do texto no Estadão:

     

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100703/not_imp575669,0.php

     

     



    Escrito por eu mesma às 11:33:37 PM
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